Gazeta CapitalGazeta CapitalGazeta Capital
Font ResizerAa
  • Home
  • Notícias
    NotíciasShow More
    Lirius Suplementos
    Antes de um suplemento chegar à prateleira, ele passa por mais etapas do que o consumidor imagina: entenda com a Lirius Suplementos 
    julho 30, 2026
    ID CTVM
    ID CTVM e a modernização do onboarding digital: mitigando fraudes e aceleração do time-to-market de fundos
    julho 28, 2026
    Márcio Alaor de Araújo
    A importância das lideranças intermediárias na estratégia das empresas, segundo Márcio Alaor de Araújo 
    julho 27, 2026
    Vert Analytics
    O que o Hype Cycle do Gartner revela sobre a maturidade real da IA generativa?
    julho 24, 2026
    Antonella Giancoli
    Como a engenharia estrutural de Antonella Giancoli na Benarrivati garante absoluta segurança patrimonial e jurídica no solo europeu
    julho 22, 2026
  • Política
    PolíticaShow More
    Disputa entre STF e Congresso volta a tensionar o equilíbrio de Poderes em Brasília
    julho 14, 2026
    Eleições 2026 entram em fase decisiva: por que as decisões tomadas em Brasília já podem mudar o rumo do próximo governo
    junho 29, 2026
    Com eleição presidencial no horizonte, pesquisas mostram disputa acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro
    junho 17, 2026
    Wi-Fi público de São Paulo e suspeita de uso para disparos em massa: riscos, falhas e desafios da segurança digital urbana
    junho 3, 2026
    Tribunal de Contas de São Paulo aprova contas da Câmara Municipal no biênio 2023 e 2024 e reforça leitura sobre gestão pública na capital paulista
    maio 21, 2026
  • Tecnologia
    TecnologiaShow More
    Marco legal da inteligência artificial segue parado na Câmara e entra em recesso sem votação
    julho 14, 2026
    IA no serviço público: guia do governo mostra como a tecnologia pode mudar o atendimento ao cidadão
    junho 29, 2026
    Marco Legal da Inteligência Artificial avança no Congresso e coloca o Brasil diante de uma escolha histórica
    junho 17, 2026
    iFood inicia entregas por drones em São Paulo e redefine a logística urbana de alimentos
    junho 3, 2026
    Tecnologia da USP usada pela NASA destaca inovação brasileira e reforça papel da ciência nacional no cenário espacial
    maio 21, 2026
  • Sobre Nós
Leitura: Startups deeptech brasileiras: Inovação e tecnologia emergindo fora do eixo São Paulo–Rio
Compartilhar
Font ResizerAa
Gazeta CapitalGazeta Capital
  • Sobre Nós
Search
  • Home
  • Notícias
  • Política
  • Tecnologia
Gazeta Capital > Blog > Notícias > Startups deeptech brasileiras: Inovação e tecnologia emergindo fora do eixo São Paulo–Rio
Notícias

Startups deeptech brasileiras: Inovação e tecnologia emergindo fora do eixo São Paulo–Rio

Diego Velázquez
Diego Velázquez junho 18, 2026
Compartilhar
Luciano Colicchio Fernandes
Luciano Colicchio Fernandes
Compartilhar

Em 2026, o ecossistema de inovação brasileiro revela um movimento pouco antecipado: a descentralização das startups deeptech. Luciano Colicchio Fernandes, empresário, acompanha esse fenômeno e observa que o Brasil colhe os frutos de uma aposta feita em centros universitários e polos industriais distantes dos holofotes de São Paulo e do Rio de Janeiro. 

Contents
Por que o interior e o nordeste passaram a atrair deeptech?Tecnologia e esporte: uma fronteira fértil para o deeptech regionalFlorianópolis, Recife e Belo Horizonte: os polos que mais crescemO papel do investimento e da política pública nessa equaçãoO que esperar dos próximos anos para o deeptech brasileiro regional?

O ponto central desta análise não é apenas celebrar a descentralização, mas entender suas engrenagens. Deeptech não é sinônimo de aplicativo ou marketplace: trata-se de empresas sustentadas em pesquisa científica densa, como inteligência artificial aplicada à saúde, biotecnologia, sensores industriais e robótica. Quando esse tipo de empresa começa a emergir em Recife, Florianópolis ou Belo Horizonte, o sinal é de maturidade estrutural, não de modismo passageiro.

Por que o interior e o nordeste passaram a atrair deeptech?

Três fatores se reforçam mutuamente: custo operacional competitivo, densidade universitária crescente e programas estaduais de fomento à inovação. Estados como Ceará, Pernambuco e Santa Catarina investiram na última década na criação de ambientes que conectam pesquisa acadêmica ao mercado privado. O resultado prático é uma geração de pesquisadores-empreendedores dispostos a construir empresas sem precisar migrar para os grandes centros.

Outro vetor relevante é a digitalização das cadeias produtivas regionais. Indústrias do agronegócio no Centro-Oeste, manufatura no interior mineiro e logística portuária no Nordeste passaram a demandar soluções tecnológicas sofisticadas que empresas locais entregam com aderência técnica e cultural. Esse ciclo de demanda interna alimenta ecossistemas que antes dependiam quase exclusivamente de capital vindo das metrópoles.

Tecnologia e esporte: uma fronteira fértil para o deeptech regional

Um dos ângulos mais instigantes dessa expansão está na convergência entre inovação tecnológica e esportes de alto rendimento. Luciano Colicchio Fernandes identificou nesse cruzamento um campo promissor para startups que desenvolvem sensores vestíveis, plataformas de análise biomecânica e sistemas de monitoramento de performance atlética. Clubes esportivos de médio porte, localizados fora das capitais tradicionais, tornaram-se parceiros inesperados de startups que precisam de ambientes reais para validar tecnologia.

Essa parceria exige precisão de dados, confiabilidade de hardware e capacidade de interpretação analítica em tempo real. Quando uma startup de Campinas desenvolve rastreamento de movimento para atletas de futebol de base, ou uma empresa catarinense cria sensores de performance para ciclistas, estamos diante de soluções com potencial de exportação significativo. A inovação começa local, mas a ambição é global.

Luciano Colicchio Fernandes
Luciano Colicchio Fernandes

Florianópolis, Recife e Belo Horizonte: os polos que mais crescem

Entre as cidades que mais avançam nesse mapa de descentralização, Florianópolis se destaca pela combinação entre qualidade de vida, talentos formados na UFSC e ecossistema maduro de investimento-anjo. Recife conta com o Porto Digital como âncora institucional e tem atraído capital de risco internacional interessado em deeptech voltada à saúde e à agricultura de precisão. Belo Horizonte, com sua tradição em engenharia pela UFMG, concentra soluções voltadas à mineração inteligente e à automação industrial.

O empresário Luciano Colicchio Fernandes aponta que esses três polos têm em comum aceleradoras com foco em ciência aplicada, e não apenas em modelos de negócio digitais. Esse detalhe faz diferença: uma aceleradora orientada a deeptech compreende que o ciclo de maturação é mais longo e que o capital precisa ter paciência estratégica para gerar retorno consistente.

O papel do investimento e da política pública nessa equação

Seria ingênuo atribuir esse movimento apenas ao empreendedorismo espontâneo. Programas como o Tecnova, iniciativas do BNDES voltadas à inovação de base tecnológica e editais estaduais que priorizam parcerias entre universidades e empresas formaram a espinha dorsal financeira desse ecossistema. Sem essa infraestrutura de fomento, muitas startups deeptech fora do eixo São Paulo–Rio simplesmente não teriam chegado à fase de produto viável.

A consistência das políticas públicas é, segundo Luciano Colicchio Fernandes, muitas vezes mais determinante para o desenvolvimento de um ecossistema deeptech do que o volume bruto de recursos disponíveis. Governos que criam regimes tributários especiais para empresas de tecnologia intensiva em pesquisa enviam ao mercado um recado claro: há comprometimento de longo prazo, e não apenas retórica de campanha.

O que esperar dos próximos anos para o deeptech brasileiro regional?

Com a consolidação dos modelos de trabalho distribuído, a redução no custo de acesso a ferramentas de desenvolvimento de hardware e a expansão das redes de banda larga em regiões anteriormente excluídas, as barreiras de entrada para startups deeptech fora dos grandes centros continuam caindo de forma consistente.

O Brasil tem a chance rara de construir um ecossistema deeptech genuinamente policêntrico. Para que esse potencial se converta em protagonismo, o próximo passo não é apenas criar mais startups, mas construir pontes sólidas entre pesquisa, capital paciente e mercados que compreendam o valor do que está sendo desenvolvido. Como Luciano Colicchio Fernandes sintetiza, o Brasil que inova fora do eixo não é uma curiosidade regional. É uma promessa que começa, finalmente, a cumprir seu próprio calendário.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

Tag:Luciano Colicchio FernandesLuciano Colicchio Fernandes empresárioLuciano Colicchio Fernandes esportesLuciano Colicchio Fernandes futebolLuciano Colicchio Fernandes inovaçãoLuciano Colicchio Fernandes tecnologiaO que aconteceu com Luciano Colicchio FernandesQuem é Luciano Colicchio FernandesTudo sobre Luciano Colicchio Fernandes
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Email Print
Trending
Nathalia Belletato Revista Sexy
Notícias

Descobrindo Perspectivas Poderosas: Livros do BookTok sobre Racismo e Discriminação, com Nathalia Belletato

Diego Velázquez Diego Velázquez abril 5, 2024
Marco legal da inteligência artificial segue parado na Câmara e entra em recesso sem votação
Entendendo a Síndrome Wolf-Hirschhorn: o que é preciso saber?
Governo investe R$ 143 milhões em prevenção a enchentes em Araraquara
“Brasil conquista medalha de prata no Mundial de Ginástica Rítmica!”
Gazeta Capital
Inovação e Tecnologia Transformam o Setor de Panificação em São Paulo
abril 7, 2026
Márcio Alaor de Araújo
A importância das lideranças intermediárias na estratégia das empresas, segundo Márcio Alaor de Araújo 
julho 27, 2026
© Gazeta Capital - [email protected] - tel.(11)91754-6532
  • Home
  • Notícias
  • Quem Faz
  • Contato
  • Sobre Nós
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?