O Museu de Arte de São Paulo (MASP) abre as portas de seu novo prédio ao público hoje, dia 28 de março de 2025, marcando um momento histórico para a cultura brasileira. Localizado na icônica Avenida Paulista, o novo espaço promete ampliar significativamente a capacidade de exposição do museu, oferecendo aos visitantes uma experiência ainda mais rica. Batizado de Edifício Pietro Maria Bardi, o projeto é uma homenagem ao primeiro diretor artístico do MASP e reflete anos de planejamento e dedicação. Com 14 andares, o novo prédio do MASP aumenta em 66% a área destinada às mostras, permitindo que mais obras do vasto acervo sejam apreciadas. A expansão é resultado de um investimento de R$ 250 milhões, financiado exclusivamente por doações privadas. Esse marco reforça o papel do MASP como um dos principais centros culturais da América Latina.
O novo prédio do MASP não é apenas uma extensão física, mas uma revolução na forma como o museu apresenta sua coleção. Antes limitado a exibir cerca de 1% de suas mais de 12 mil obras, o espaço agora conta com cinco novas galerias distribuídas em seis andares. Isso significa que o público terá acesso a um número muito maior de peças, incluindo itens raros que estavam guardados por falta de área adequada. O novo prédio do MASP foi projetado para otimizar cada centímetro, com uma montagem cuidadosa supervisionada por especialistas como Adriano Pedrosa, diretor artístico do museu. A estrutura vertical foi a solução ideal para aproveitar o terreno ao lado do edifício original. Assim, o MASP dobra sua área total de atuação, passando de 10.485 m² para 21.863 m².
A arquitetura do novo prédio do MASP é outro destaque que merece atenção. Assinado pelo escritório METRO Arquitetos Associados, o projeto combina funcionalidade com estética moderna, sem roubar o protagonismo do edifício histórico desenhado por Lina Bo Bardi. A fachada metálica perfurada e plissada controla a luz natural, reduzindo o aquecimento interno e aumentando a eficiência energética. O novo prédio do MASP mantém uma conexão visual com o entorno, oferecendo vistas da Avenida Paulista através de amplas aberturas. Internamente, os espaços foram pensados para proporcionar conforto e versatilidade, com áreas multiuso e salas de aula. Essa abordagem sustentável e prática reflete o compromisso do museu com o futuro.
Para celebrar a abertura, o novo prédio do MASP recebe cinco exposições inéditas que exploram diferentes facetas do acervo. Uma delas, Histórias do MASP, ocupa o sexto andar e apresenta a trajetória do museu por meio de 74 obras e uma rica documentação histórica. Outra mostra reúne todas as 13 obras de Pierre-Auguste Renoir pertencentes ao acervo, exibidas juntas pela primeira vez em 23 anos. O novo prédio do MASP também abriga uma videoinstalação sobre o legado de Lina Bo Bardi, com participação de Fernanda Montenegro e Fernanda Torres. Essas mostras iniciais destacam a diversidade e a relevância do acervo, consolidando o museu como um espaço de reflexão e descoberta.
A inauguração do novo prédio do MASP vai além de uma simples expansão física; ela simboliza um fortalecimento da cultura em São Paulo. Com capacidade para receber até dois milhões de visitantes por ano, o museu se prepara para atender a uma demanda crescente por arte e educação. O novo prédio do MASP oferece infraestrutura moderna, como laboratórios de restauro e espaços para eventos, complementando as limitações do edifício original. Essa evolução posiciona São Paulo como uma capital cultural ainda mais influente no cenário global. A iniciativa também inspira outras instituições a investirem em acessibilidade e preservação cultural. O MASP reafirma seu compromisso com a inclusão e a transformação social.
Um aspecto impressionante do novo prédio do MASP é seu modelo de financiamento. Construído sem recursos de incentivos fiscais, o projeto foi viabilizado por R$ 250 milhões em doações de pessoas físicas, demonstrando a confiança da sociedade no museu. Esse sucesso é fruto de uma gestão profissional implementada há uma década, que trouxe sustentabilidade financeira e transparência à instituição. O novo prédio do MASP é um exemplo de como parcerias bem-sucedidas podem gerar impacto duradouro. A ausência de verbas públicas destaca a força da iniciativa privada na promoção da cultura. Esse modelo pode servir de inspiração para outros projetos culturais no Brasil.
O novo prédio do MASP não existe isoladamente; ele se integra ao edifício histórico por meio de uma passagem subterrânea em construção, prevista para o segundo semestre de 2025. Essa ligação física e simbólica une o legado de Lina Bo Bardi ao visionário trabalho de Pietro Maria Bardi. O novo prédio do MASP complementa o famoso vão livre, que agora será mais utilizado para atividades culturais sob gestão direta do museu. A transferência da bilheteria para o subsolo também libera o vão como praça pública, resgatando sua função original. Essa harmonia entre os dois edifícios reforça a identidade única do MASP na paisagem urbana de São Paulo.
Com o novo prédio do MASP, o museu entra em uma nova era de possibilidades. A expansão permite não só exibir mais obras, mas também diversificar sua programação com oficinas, seminários e performances artísticas. O espaço maior e mais moderno abre portas para exposições internacionais e colaborações globais, elevando o status do MASP no circuito mundial da arte. Além disso, o novo prédio do MASP reforça a missão educativa da instituição, com a Escola MASP ganhando salas presenciais no oitavo andar. À medida que São Paulo cresce, o museu acompanha esse ritmo, oferecendo um legado cultural que atravessará gerações. O futuro do MASP é, sem dúvida, promissor e vibrante.
Autor: Lachesia Inagolor
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital